Gatos em lar transitório aguardam adoção

A Andrea Podolski, criadora do Bicho no Parque, se afastou do projeto no ano passado, mas continua com 13 gatinhos em Lar Transitório e está à procura de adoção para os fofuchos. Visite o blog e divulgue a causa: http://bicho-adocao.blogspot.com

Conheça a gatíssima Luzes e outras fofuras para adoção


Gatas precisam de adoção ou lar transitório

A Marie (3 anos e meio) gosta de carinho, é ronronenta, tranquila, reservada e é mãe da Guinevere, gatinha abaixo - são inseparáveis.

Guinevere é filha da Marie, uma "bebezona de 2 anos" que mama até hoje. Por isso, o ideal seria que fossem doadas juntas. É espuleta, brincalhora, carinhosa. "Fica esperando a gente chegar em casa e se joga de barriga pra cima pra receber carinho", conta Helô.

A Melanie tem cerca de 4 anos e é mais assustadinha. Não é brava e nunca fez nenhum "fuuuuu". Precisa apenas de um lar tranquilo.

A Helô adotou quatro gatos do Bicho no Parque e tem oferecido Lar Transitório para outras três gatinhas. Porém, ela vai mudar para a casa do sogro e não poderá levar todos os sete. Queridos leitores, vamos ajudá-la a conseguir adoção ou LT para essas lindas mocinhas. Segundo a Helô, todas são super sociáveis com outros gatos e até cachorros. O e-mail para falar com ela é: hhpriedols@gmail.com


Artigo: Encontrei um animal abandonado. E agora?

Este texto estava publicado no antigo site do Bicho no Parque. Como alguns internautas nos procuram com essa dúvida, republicamos o conteúdo para orientá-los. Vale destacar que não temos como resgatar um bichinho que você encontrou, pois já temos dezenas e dezenas de gatos sob nossos cuidados que precisam muito de nossa ajuda. Apesar disso, podemos indicar o caminho das pedras para que você administre a situação da melhor forma.

Outra coisa: entre em contato com o site ANDAnews (Agência de Notícias de Direito Animal) para divulgar o animal que você encontrou. Sou fã número 1 do maravilhoso trabalho jornalístico que eles desenvolvem em prol dos animais abandonados:

E por fim: divulgue em suas mídias sociais (Twitter, Facebook) e para sua lista de email. Assim, a causa ganha visibilidade!

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Minha família resgatou essa fofura com seus dois irmãozinhos de uma caixa de papelão "jogada no lixo" (...) e encaminhamos para adoção.

Você encontrou um cachorrinho abandonado, uma ninhada de gatinhos, resgatou um animal atropelado… E agora, o que fazer com ele? (…) Muita gente pensa que está fazendo uma ótima ação tirando o animal da rua e encaminhando-o para um protetor independente, uma ONG ou um abrigo. Não é bem assim.

Todos estes estão sempre no limite de sua capacidade física, financeira e de tempo, lutando para sobreviver e manter os muitos animais que já cuidam. Abrigos, inclusive, são um capítulo à parte: entregar um bichinho para um desses lugares é condená-lo a uma vida de privações, falta de espaço e de chances quase nulas de encontrar um dono e uma casa.

Assim, se você quer realmente ajudar, não empurre o problema adiante, resolva-o. A responsabilidade pelo animal que resgatou é sua. Mas aqui vão algumas dicas para te ajudar nesta empreitada tão gratificante!

Esse é o Popeye, irmãozinho da gatinha branca (foto acima) que eu adotei há um ano para fazer companhia para minha gata Olívia.

Resgatei o animal. O que faço agora?

  • Leve o animal imediatamente a um veterinário, mesmo que ele pareça saudável. Se você tiver outros animais em casa, isto é ainda mais importante. Afinal, ele pode estar com doenças incubadas com problemas que só o veterinário pode detectar.
  • Vermifugue-o, mesmo que pareça estar tudo bem;
  • Se ele estiver em boas condições de saúde, o passo seguinte, alguns dias após a vermifugação, é castrar e vacinar. NÃO SE DOA ANIMAIS NÃO CASTRADOS, nem mesmo para pessoas conhecidas. O grande número de animais abandonados se deve justamente à falta de um controle populacional e ao desconhecimento do que é posse responsável. Para ter uma idéia, uma cadela não castrada pode gerar, em seis anos, 64.000 descendentes e uma gata, em sete anos, 420.000. É uma progressão geométrica absurda e, naturalmente, não há lares para tantos animais.
  • Não esqueça que do momento do resgate à entrega para seus novos donos, o animal estará sob sua responsabilidade. Isto inclui fornecer a alimentação e lar transitório, além de bancar os custos veterinários e outros. No caso de ser impossível manter o animal em sua própria casa – o que sai naturalmente mais barato -, uma opção é deixá-lo em um hotelzinho ou clínica veterinária até a adoção.

Ele está ótimo, pronto para ser adotado. O que eu faço agora?

  • Fotografe o animal – para adiantar, isso pode ser feito no momento do resgate, até mesmo para mostrar como o animal era e como ficou. Faça um cartaz e anuncie-o em pet shops, clínicas veterinárias e outros locais à sua escolha;
  • Divulgue para seus familiares, amigos, conhecidos;
  • Crie um anúncio para veicular na internet. Existem sites próprios para isso;
  • Leve-o a feiras de adoção. No caso de cachorros, as feiras são o caminho mais indicado, ao passo que a internet funciona muito bem com gatos. Lembre-se que as feiras só aceitam os animais se estiverem castrados e vacinados.

Essa é minha Olívia fofa, uma gatinha magrela que vivia abandonada na rua há 10 anos.

Como eu escolho o novo dono do animal?

O processo de adoção requer alguns cuidados. Você deve entrevistar o candidato à adoção, para ver se ele não está agindo por impulso, se já foi e será um bom dono e se cuidará bem do animal até o fim da vida deste. Algumas perguntas básicas:

  • Nome, endereço, telefones, comprovante de residência.
  • Todos na família estão de acordo com a adoção?
  • Mora em uma casa segura, da qual o animal não possa escapar? No caso de gatos, essa questão é ainda mais importante. Se for um apartamento, é preferível que ele tenha redes de proteção nas janelas, para o animal não cair.
  • Tem noção dos custos da manutenção de um animal?
  • Já teve ou tem animais? O que aconteceu com eles?
  • Quantas horas por dia o animal ficará sozinho? E quem tomará conta dele se a família viajar?
  • Um animal vive ao redor de 12 anos. Está preparado para esse compromisso?

Finalizando a adoção

  • O adotante deve assinar um termo de responsabilidade, que serve como uma garantia de que cuidará bem do animal até o fim da vida deste;
  • Esteja disponível para qualquer eventualidade que aconteça com o bichinho e a pessoa que o adotou, inclusive para o caso de devolução. Isso também pode acontecer, principalmente se não for feita uma boa ‘triagem’ ou análise prévia do adotante.

Parabéns!

Agindo desta forma, você estará fazendo a sua parte de forma equilibrada e responsável. E parabéns pela coragem de tomar essa iniciativa!

Animais de rua: quem não faz parte da solução, é parte do problema.


Sininho: gatinha que ama colo e paparico espera adoção

A Sininho tem um rostinho lindo. Na foto não dá pra ver, mas esta criança tem belos olhos verdes.

Há cerca de um mês, a voluntária Aline Forsthofer encontrou uma gatinha “filhotona” na área de atuação do Bicho no Parque. Ela estava com uma cordinha no pescoço, faminta, assustada e desnorteada pelo abandono. A Aline a alimentou e levou-a para castração dias depois. Quando foi devolvida ao parque, a voluntária Renata Del Nero percebeu que ela não era uma gata feral como diversos outros do nosso projeto.

“Não teve como deixá-la. Ficou completamente perdida e não parava de me seguir. Pedi para um funcionário me ajudar, fazendo carinho nela enquanto eu ia embora. Mas quando passei de carro na frente do portão, ela estava lá atrás de mim, desviando das pessoas que entravam correndo. Larguei o carro no meio da rua e fui pegá-la. Como a Aline a encontrou com uma cordinha no pescoço e depois dessa reação, tenho certeza que foi abandonada lá e há pouco tempo. Seria um reabandono eu deixá-la ali…  Ela está comigo como lar temporário: peço a ajuda de vocês para conseguirmos uma adoção para ela”, comenta Renata.

"O melhor lugar do mundo é o colinho de quem me dá amor"

“Nós a resgatamos, ela foi castrada, vacinada e recebeu todos os cuidados. Hoje está forte, adora carinho, vive bem com outros gatos, é muito brincalhona, ronronenta e extremamente doce”, diz Renata.

Queridos leitores, ajude-nos a divulgar a causa! A Sininho merece muito viver em um lar repleto de carinho. Quem adotá-la, certamente receberá muito, muito amor em troca!

Fofurice: siamesa resgatada tem oito lindos filhotes

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A Liliana Camargo, veterinária do projeto Bicho no Parque, resgatou essa linda gata que teve oito gatinhos. Apesar de serem recém-nascidos, vamos começar a divulgação para que todos sejam adotados daqui a algum tempo. Interessados em adotar filhotes e/ou a mamãe-gata, podem escrever comentário aqui no blog ou mandar e-mail para: lilianasaruman@hotmail.com

Divulgue a causa. As fofuras estão à espera de adoção.

Clique para ampliar a foto desejada:

Final Feliz

Ficamos sabendo nesta semana que todas essas oito fofuras e a mãe dos gatinhos foram adotados! Que alegria!


Controle de Natalidade: 20 gatos são castrados nesta semana

Bicho no Parque

Peter, um dos gatos castrados nesta semana, já está de volta ao parque. Ele é lindo e querido, daqueles que amam carinho, adoram se enroscar na perna e se jogar sobre os nossos pés. Queremos muito que um dia ele seja adotado.

O Bicho no Parque começou a temporada de castrações dos gatos atendidos pelo projeto. Nesta semana, 17 animais foram castrados pelo CCZ e outros 3, pela veterinária do projeto, Dra Liliana, da Clínica Focinhos.  O centro cirúrgico do CCZ vai passar por uma breve reforma, mas a campanha de controle de natalidade no Bicho no Parque vai continuar firme: vamos utilizar parte das doações recebidas para fazer as castrações com a Dra Liliana.

Aline Forsthofer, voluntária do Bicho no Parque, acompanhou o trabalho do CCZ e fez alguns cliques para o blog.

Bicho no Parque

CCZ em Ação

Bicho no Parque

Egídio do CCZ prepara a armadilha.

Bicho no Parque

Diego leva gatinho para castração.

Bicho no Parque

De volta ao parque: Egídio solta gatinha castrada no local onde ela vive

Bicho no Parque

Equipe do CCZ

Dra Liliana com sua hamster Nicole: ela castrou três gatos nesta semana e vai fazer as castrações para o Bicho no Parque durante a reforma do centro cirúrgico do CCZ.


Vamos ajudar o Pastel achar sua família!

 

O gato Pastel foi adotado, mas não foi aceito pela gata da casa. Apesar das inúmeras tentativas de adaptação, não houve jeito e foi preciso separá-los, infelizmente. O fofucho voltou a um abrigo e aguarda adoção urgente. Pastel tem pouco mais de 2 anos, é doce, carinhoso, fofo e gosta de ser o “dono da casa”.  Vamos ajudá-lo?

Final feliz

Alegria: Pastel é adotado e encanta novos donos


Seja madrinha ou padrinho de um gatinho do Bicho no Parque

Par de Vaso: fico doida com a fofura das irmãs Dominó & Lola

O Projeto Bicho no Parque têm planos de apadrinhamento através do qual você faz uma doação mensal para o projeto ou para um determinado gatinho. Todos os recursos são usados na alimentação diária e cuidados e procedimentos veterinários.

Se você sente vontade de se engajar nessa corrente do bem em prol dos animais, entre em contato conosco! Qualquer valor de doação é muito bem-vinda.

Aproveitamos a oportunidade para agradecer os atuais padrinhos e madrinhas que nos ajudam a fazer nosso trabalho. Que a vida retribua em forma de muitas bençãos o carinho e suporte que vocês têm dado aos animais atendidos pelo nosso projeto!

Apadrinhamento: um gesto de amor e solidariedade


Acolhimento X Abandono de animais: uma questão de conscientização

Cãozinho idoso e quase cego é vítima de abandono. Como o ser humano consegue ser tão cruel?

O abandono de animais é uma atitude desumana, cruel e estúpida. O acolhimento, ao contrário, é um gesto de amor, respeito e cidadania. Por mais que as ONGs e protetoras independentes se empenhem em cuidar dos bichos, o cenário só vai melhorar com iniciativas de conscientização da sociedade  -  é na mentalidade das pessoas que a transformação mais importante tem que ocorrer, caso contrário milhares de animais vão continuar sendo despejados nas ruas como lixo.

Semana passada, a Guarda Civil Municipal (GCM) me chamou dizendo que tinham encontrado esse cãozinho abandonado. Idoso, quase cego e com ferimentos na pata, ele foi encontrado amarrado em uma árvore… Como alguém tem coragem de abandonar um animal indefeso, ainda mais nesse estado de saúde??? Como uma pessoa dessas consegue virar as costas e ir embora tranquila depois? Será que não percebe que a semente que planta hoje será sua colheita no amanhã?

Comandante Tada da GCM se sensibilizou com o abandono e pediu ajuda para que o animal fosse adotado.

Graças a Deus, no dia seguinte, liguei na GCM e fui informada que uma frequentadora do parque havia resgatado o cãozinho que foi levado direto para o veterinário. Que depois de todo o sofrimento vivido, ele receba muito amor, carinho e cuidados.

Engajamento em iniciativas em prol dos animais, conscientização, sensibilização, posse responsável, campanhas de castração e adoção, enfim, há muito trabalho pela frente… Nessa luta, a união faz a força e contamos com o apoio de todos os que amam os animais. É muito triste todos os dias nos depararmos com o abandono de cães e gatos. Essa triste realidade precisa mudar de uma vez por todas. Não vamos ficar de braços cruzados…


Edinaldo: um dos anjos do projeto Bicho no Parque

O Edinaldo trabalha no parque onde o Bicho no Parque atua. É uma daquelas pessoas maravilhosas que adoram os animais e dão todo o apoio para que nossa equipe realize o trabalho voluntário no local. Em nome do Bicho no Parque e de todos os gatinhos atendidos pelo projeto, muito obrigada por tudo, Edinaldo!


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