Campanha de Adoção: um lar para Sir William de Alcântara Machado
Publicado; 20 de março de 2016 Arquivado em: Adoção, Comunicado, Gatos Adultos Deixe um comentárioAmigos, precisamos da ajuda de vocês para acharmos uma adoção muito especial para o amado Sir William de Alcântara Machado (errata: havia divulgado “Câmara” em vez do correto “Alcântara”). Nosso aristocrático gatão vive no parque há anos e sempre foi feliz com sua turminha. Porém, recentemente, ele teve um problema na articulação em uma das patas e ficou manco. 😦 Desde então, passamos a temer pela segurança e vida do Sir, pois ele não tem mais agilidade para correr e fugir de situações de perigo.
Na região onde ele vive, há muitas pessoas que andam com skate e bicicleta em alta velocidade e, para piorar, há sempre aquelas pessoas que soltam seus cães (muitas vezes, de grande porte) que se enveredam pelas moitas, tentando caçar os gatos.
Sir havia ficado mais de uma semana desaparecido até o dia em que uma voluntária o encontrou ferido e o levou ao veterinário. Lá ficamos sabendo que ele teve luxação na articulação da pata esquerda. Segundo o veterinário, este tipo de lesão ocorre por impacto, ou seja, ele pode ter caído ou pulado de algum local alto, ou então foi atropelado. Na ocasião, foi medicado e recebeu os cuidados durante vários dias na casa da voluntária Najla. Agora ele voltou para o parque e fizemos esta campanha para ajudá-lo a encontrar um lar.
Sir é um sonho de gato: lindo, fofo, carinhoso, amável, sociável, adora ganhar carinho na barriga e se dá bem com outros gatos e até com cachorros mansos, como pudemos comprovar nos períodos em que ficou em lar temporário na casa da voluntária Najla. Queremos avaliar a melhor adoção para nosso frajola (seja casa ou apartamento). Analisaremos os possíveis adotantes para que o Sir tenha o melhor destino e seja muito feliz.
Contamos com sua ajuda na divulgação deste caso! Garantimos que ao ver este gato ao vivo simplesmente não tem como não se apaixonar! ❤
Para informações, entre em contato com Aleksandra pelo email: alek@gatacine.com.br
SOS VET: novas rifas para ajudar os gatinhos doentes do Bicho no Parque
Publicado; 18 de fevereiro de 2016 Arquivado em: Rifa, Veterinária Deixe um comentárioOlá, amigos, quanto tempo que não nos “vemos” por aqui! Na verdade, começamos 2016 com muito trabalho… Para vocês terem ideia, entre o final do ano e o Carnaval, infelizmente aconteceram 16 abandonos – desde bebês recém-nascidos até mãe com filhotes e adolescentes. Como se não bastasse, alguns gatos que vivem no parque ficaram doentes e tivemos que correr com seis deles para o veterinário:
Graças aos esforços dos voluntários do Bicho no Parque, todos já tiveram alta e voltaram para o parque, exceto o Sir Willian – que está melhor, mas segue tratamento na casa da voluntária Najla.
Com tudo isto, nossas despesas aumentaram demais e criamos duas rifas para levantarmos fundos para custear os gastos com estes peludos. Desta vez, teremos dois prêmios: um será uma parafusadeira elétrica e a outra, uma caminha super especial que se acopla ao vidro da janela, assim seu gato relaxa, enquanto se distrai com a vista. Veja abaixo instruções para adquirir a(s) rifa(s):


Como comprar a rifa?
- Cada número da rifa custa R$ 10. Escolha a quantidade de números que você deseja comprar e faça o depósito na conta da voluntária Mayena Buckup:
Itaú
Ag 0390
CC 01484-3
CPF 060.111.118-40
OBS: O projeto Bicho no Parque não possui conta bancária exclusiva, assim usamos as contas dos próprios voluntários. - Envie o comprovante do depósito para a Mayena pelo e-mail bichonoparque2013@gmail.com, informando qual rifa você quer adquirir (da parafusadeira, caminha ou ambas) e o(s) número(s) de sua preferência de 00 a 99.
- O vencedor será definido pela dezena do primeiro lugar da Loteria Federal, assim que todos os números da rifa em questão forem vendidos.
Toda ajuda é muito bem-vinda! Ao adquirir um número da rifa, você ajuda os gatos atendidos por nosso projeto e colabora com o Bicho no Parque para que possamos prosseguir com nosso trabalho! Os gatinhos agradecem! 🙂
Seja voluntário do Bicho no Parque
Publicado; 16 de maio de 2015 Arquivado em: Reflexões, Voluntariado 2 ComentáriosJá pensou em ser voluntário do Bicho no Parque? Estamos precisando MUITO de novos voluntários, porém nosso problema é que literalmente centenas de pessoas se empolgam com a ideia, mas pouquíssimas são as que, de fato, ingressam no grupo. Após perceber o trabalho por trás da missão, a grande maioria desiste. Somos então um grupo de pouco mais de 10 pessoas que ama os animais e luta bastante para garantir a vida e o bem estar dos gatos atendidos pelo projeto.
Se você é impulsivo, pense com racionalidade. Ser voluntário exige tempo, compromisso, responsabilidade e energia para doar-se por puro amor. A vida dos gatos depende totalmente do empenho de cada voluntário, afinal todos os dias – faça chuva, faça sol, frio ou calor – eles precisam de alimentação, água e cuidados.
Nosso pequeno grupo infelizmente perdeu voluntários preciosos há pouco tempo, razão pela qual viemos fazer este apelo aos leitores. Estamos em busca de voluntários sérios e comprometidos para reforçar o time que assiste os gatinhos, pois o sucesso do projeto só é possível com a força do grupo.
A parte mais gratificante do trabalho voluntário no Bicho no Parque é o amor que damos e recebemos dos animais – algo mágico acontece nesta troca de carinho tão especial. Porém, há um lado muito trabalhoso e é aí que achamos essencial você refletir seriamente antes de querer assumir o compromisso.
Para ajudar nesta reflexão, listamos questionamentos a serem feitos em primeiro lugar.
10 REFLEXÕES QUE VOCÊ DEVE FAZER ANTES DE CANDIDATAR-SE À VOLUNTÁRIO NO BICHO NO PARQUE
1) Estou realmente disposto a doar horas da minha semana para cuidar dos bichos?
Cuidar de todos os gatos do Bicho no Parque é um trabalho que exige mais de 3 horas de caminhada. Alguns dias da semana contam com um grupo de voluntários que dividem o parque em trechos, demandando assim menos tempo de cada um. Porém, poucos são os dias que contam com grupos. O trabalho requer caminhar por todo o parque, indo em todas as diferentes colônias onde os gatos vivem para que recebam ração e água fresca. Quem não tem nenhum tempo devido a sua vida pessoal ou profissional, não tem como fazer este trabalho junto com os animais. O trajeto é feito normalmente no fim da tarde e à noite (em parque que conta com segurança, policiamento, iluminação e muitos outros frequentadores); antes desse horário os gatos não aparecem e os pássaros comem toda a ração. Pessoas que queiram fazer o trabalho de dia, precisam começar o percurso no primeiro horário da manhã (por volta das 7h ou antes).
2) Estou disposto a abrir mão de fazer outras coisas na minha vida para assumir um compromisso com os animais em um determinado dia da semana?
Quando você decide ser voluntário, precisa saber que trabalhará no parque no dia escolhido. Evidentemente, trocas podem acontecer devido a uma viagem, um compromisso profissional ou um contratempo na vida pessoal. Porém, toda essa logística é feita com o mínimo de antecedência e planejamento. Não dá para faltar sem avisar ninguém ou avisar em cima da hora que não vai ao parque, pois possivelmente nenhum outro voluntário poderia cobrir aquele dia desta forma. A turma de voluntários se ajuda muito, de modo que sempre conseguimos trocar os dias previamente. Assim, nem os voluntários nem os gatos se prejudicam. Talvez você não consiga assumir o compromisso semanal, mas se achar que consegue se doar uma vez a cada 15 dias ou uma vez por mês, para nós, já é uma grande ajuda.
3) Gosto de fazer longas caminhadas e tenho disposição física para exercícios?
Gostar de fazer longas caminhadas é pré-requisito para ser voluntário em nosso projeto. Pessoas sedentárias e que não gostam de andar não devem ingressar no grupo, pois o trabalho requer caminhar durante horas até que todos os pontos onde os gatos vivem estejam munidos de ração e água fresca. Além das caminhadas, é preciso prever que você fará agachamentos (para abastecer os potes de água e comida). Quem divide o parque, consegue colocar sua parte de ração em uma mochila grande (ou numa cesta grande de bicicleta), mas quem faz o parque todo sozinho ainda precisa puxar um carrinho com 10 quilos de ração mais as garrafas de água. Ou seja, é um exercício e tanto, bom pra quem está realmente a fim de entrar em forma. 😉
4) Amo os animais a ponto de enfrentar chuva para cuidar deles?
Os gatos são alimentados apenas uma vez ao dia, por isso eles aguardam nossa chegada mesmo sob tempestade. Quem deseja ser voluntário precisa ter um amor e doação fora do comum, pois algumas vezes temos que fazer o trabalho sob chuva, garoa ou tempestade. Evidentemente, ninguém vai correr risco de vida diante de uma chuva com raios, mas daí é preciso ter uma paciência extraordinária para aguardar a chuva acalmar para então cuidarmos dos gatos. Em dias assim, há algumas dicas especiais para facilitar o trabalho, mas será um trajeto que exigirá muito mais de cada um. Somente os mais aventureiros conseguem persistir após a prova da chuva. A compensação em um dia assim é a energia que emana da natureza: além da gratidão dos gatos que ficam felizes ao receber o alimento, precisa gostar de cheiro de terra molhada, do perfume das flores, do frescor das plantas, da tranquilidade e do silêncio no parque – um presente em meio ao agito de São Paulo. Embora a gente use figurino especial nesses dias (como galocha, roupa impermeável, guarda-chuva, etc), é natural se molhar, mas nada que um banho quente e gostoso não dê jeito depois.
5) Estou disposto a bancar parte da ração que vou dar aos gatos?
O Bicho no Parque compra ração com preço especial diretamente junto ao fabricante e contamos com algumas doações mensais. Mesmo assim, os voluntários ainda precisam colocar dinheiro do próprio bolso para custear uma parte da ração, pois infelizmente não recebemos recursos suficientes para comprar 300 quilos de ração por mês (os gatos comem 10 quilos por dia). Se você não tiver recursos, mas tiver toda dedicação do mundo, podemos avaliar um esquema diferenciado para seu caso.
6) Estou disposto a dedicar um dia para ir buscar a ração que chega mensalmente na casa de um dos voluntários?
O fabricante entrega todos os pacotes na casa de uma voluntária. Todos os meses, cada voluntário precisa dedicar um tempo para ir até a casa dela (no bairro do Brooklyn, zona sul) e buscar os pacotes comprados.
7) Estou disposto a abstrair do que “os outros estão pensando” ao me verem agachado junto a uma moita ou árvore?
Este item pode soar estranho ou engraçado, mas o fato é que muitas pessoas passam por nós e nem sonham que há gatos a poucos metros sendo alimentados. Já vi indivíduos se afastando de mim (com medo) ou me olhando com estranheza (por me acharem louca) ao me verem abaixada junto a árvores e moitas – eles não faziam ideia que eu estava cuidando de gatos ferais. Confesso que quando comecei a trabalhar como voluntária em 2010, sentia vergonha quando me observavam dessa forma. Porém, pouco depois, a conexão e a simbiose com os gatos se torna total e você abstrai de tudo. Garanto que a capacidade de abstração é um ganho que vai se refletir em várias esferas da sua vida.
8) Tenho consciência que o trabalho requer, na maioria das vezes, o uso do carro?
Na prática, é complicado fazer o trabalho voluntário sem ter carro para chegar até o parque, pois o transporte de ração e água iria requerer um esforço ainda maior por parte do voluntário que fizesse uso de transporte coletivo. Porém, algumas pessoas, por morarem na proximidade do parque, conseguem fazer o trajeto usando bicicleta, porém quem precisa carregar 10 quilos de ração para fazer o parque todo sozinho dificilmente conseguirá carregar tudo na bicicleta. Neste caso, o ideal é dividir o parque com pelo menos mais um voluntário.
9) Moro ou trabalho perto do parque onde o Bicho no Parque atua?
O projeto acontece em um parque da zona sul de São Paulo. Se você mora na zona leste, oeste ou norte, deve procurar projetos próximos de sua área, pois no dia a dia sabemos como o trânsito inviabiliza grandes deslocamentos. Assim, os candidatos a voluntários devem estar na zona sul de São Paulo. Não divulgamos publicamente o local onde atuamos, mas se você estiver realmente interessado, entre em contato com a voluntária Mayena pelo email bichonoparque2013@gmail.com para obter mais informações e agendar uma caminhada para conhecer o projeto.
10) Tenho consciência que o trabalho voluntário pode nos tornar seres humanos melhores?
Enquanto trabalhamos e caminhamos, podemos meditar, esvaziar a mente, curtir os gatos e transcender, ou ainda, podemos refletir sobre questões e tomar decisões importantes em nossa vida. Além disto, nosso trabalho nos faz exercitar o amor incondicional, a doação, a humildade, o respeito, o comprometimento, a generosidade e o altruísmo, virtudes que se refletem em nossa vida como um todo.
PENSE COM CARINHO E RACIONALIDADE
Reflita com responsabilidade sobre estas questões e, estando certo de sua decisão, entre em contato com a voluntária Mayena pelo email bichonoparque2013@gmail.com para agendar uma visita ao projeto. É preciso conhecer como o trabalho é feito no local para você avaliar se tem mesmo condições de doar seu tempo e assumir este compromisso. Se você – como nós – se apaixonar pela turminha de gatos do Bicho no Parque e sentir que chegou a hora de fazer a diferença no mundo em prol do bem estar animal, será uma grande alegria contarmos com você em nosso grupo. Estamos na torcida! 🙂

Figura: o gato Zé Ricardo vive no parque e adora testar as “cabanas” que os voluntários trazem para ele.







