Fofurice: siamesa resgatada tem oito lindos filhotes

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A Liliana Camargo, veterinária do projeto Bicho no Parque, resgatou essa linda gata que teve oito gatinhos. Apesar de serem recém-nascidos, vamos começar a divulgação para que todos sejam adotados daqui a algum tempo. Interessados em adotar filhotes e/ou a mamãe-gata, podem escrever comentário aqui no blog ou mandar e-mail para: lilianasaruman@hotmail.com

Divulgue a causa. As fofuras estão à espera de adoção.

Clique para ampliar a foto desejada:

Final Feliz

Ficamos sabendo nesta semana que todas essas oito fofuras e a mãe dos gatinhos foram adotados! Que alegria!


Filhote cinza resgatado passa por cirurgia e será adotado!

Lindo!

Guna é atendido pelo Dr July

Nos últimos dias, resgatamos um gatinho cinza filhote abandonado com a pata quebrada, provavelmente vítima de maus tratos. Apelidado de “Guna”, o gato foi levado a um especialista veterinário, o Dr. July, que o atendeu com muito carinho. A cirurgia da patinha aconteceu ontem e agora o filhote se recupera sob os cuidados da Renata Del Nero que, em breve, vai mandar foto de como ele está pra eu postar aqui no blog. E o melhor de tudo: a história tem final feliz! O designer voluntário do Bicho no Parque resolveu adotar o gatinho. Imagine como ficamos felizes!

Filhotinho: o pequeno Guna ainda cabe na palma da mão


Cães sem coleira: uma ameaça aos animais e às pessoas

Teco é levado para atendimento veterinário

Já avisamos as autoridades locais, mas o incidente continua acontecendo. Temos presenciado cães soltos sem coleira na área de atuação do nosso projeto. No último mês, por exemplo, a própria voluntária Aline Forsthofer correu risco ao defender a gata Rajinha de um ataque de pitbul que estava sem coleira. Num exemplo de conduta irresponsável, o dono andava calmamente de bicicleta sem se preocupar com os riscos do cachorro atacar animais e pessoas.

Diversos gatos apareceram com a pata ferida, a exemplo do gatinho que as meninas apelidaram de “Teco” (e eu apelidei de “Olívio” por parecer com minha gata Olívia). Depois de um resgate difícil pelo fato de ele ser arisco, o Teco passou por três veterinários que indicaram, infelizmente, a amputação da patinha devido ao comprometimento geral. A voluntária Renata Del Nero o levou para sua casa, cuidando dele com muita atenção e carinho. Enquanto isso, já tinha até conseguido adoção, pois meu pai havia ficado sensibilizado com a questão da dificuldade de locomoção no pós-cirúrgico.

No entanto, o coraçãozinho dele parou de bater depois da cirurgia. Ele partiu ainda anestesiado… Foi muito triste para nós…

…Mas preferimos acreditar que o Teco se tornou um “anjo-gato-da-guarda”

Fica aqui o registro do nosso carinho super especial pelo Teco que – mesmo em seu momento de dor – foi tão querido e cativante. Que ele esteja no paraíso junto a todas as divindades da Criação… Onde quer que seu espírito esteja, receba todo nosso amor, fofucho…


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