Bicho no Parque em festa!

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Há muitos gatos lindos, dóceis, fofos e ronronentos vivendo no parque. Foram abandonados ali e, apesar de mansos, são adultos ou mesmo idosos e por isso é muito difícil encontrar alguém disposto a adotá-los apesar de nossos esforços.

Entretanto, no mês de agosto conseguimos adoção para nada menos do que 3 gatos adultos que viviam no parque, dentre os quais um preto! Nem precisa explicar porque estamos em festa, né?

A Puminha foi uma das sortudas que ganhou uma família amorosa. Ela é uma siberiana linda que havia sido abandonada no começo do ano. Quando a encontramos, estava assustada e faminta, sem entender o que estava acontecendo e tentando se achar naquele lugar desconhecido. Puminha foi castrada pelo Bicho no Parque e passou a receber os mimos diários dos voluntários do projeto. Apesar de estar bem, alguns de nós nos preocupávamos com ela. A vida no parque parecia estar deixando nossa Puminha mais arredia e desconfiada com o tempo.

Foi então que o Ralf e seu filho, ambos frequentadores do parque, se encantaram pela princesa. Eles passaram a levar sachês e patês para a Puminha no parque, até que um dia, pra nossa grande alegria, decidiram levá-la pra casa.

Nossa lindinha tirou a sorte grande: agora tem uma casa e uma família amorosa pra cuidar dela. Vejam as fotos que ela manda, como está linda e feliz!

Como a Puminha, o Noir, a Nina e a Maluzinha também ganharam famílias em agosto. Mas ainda há muitos outros gatinhos que esperam no parque pela sua vez de tirar a sorte grande.

E você, não quer adotar um bigode carente? Temos certeza de que existe um bigode especial esperando por você no parque. Basta conhecê-lo

Para adotar um dos gatinhos que estão à espera de um lar no parque: samanthafederici@gmail

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Veterinários de plantão

Leona é uma gata linda, com juba, toda posuda, uma rainha. É mansa, mas já se aproxima com presença, deixando claro quem é que manda ali. Leona apareceu um dia destes com um machucado perto da cauda. Um furinho que achamos ser berne, mas não tinha nada dentro.

Nem sempre a gente opta, de imediato, por uma ida ao veterinário devido ao stress que isso pode causar. Decidimos pelo bom e velho merthiolate que cada voluntário aplicaria em sua ronda no parque. Acontece que passada uma semana de tratamento “caseiro”, o furinho estava lá, igual… Foi então que a pegamos para uma visita ao vet, que aplicou convênia e receitou um tratamento com pomada que fazemos no parque mesmo.

Leona em dois dias já estava praticamente boa do seu ferimento. Mas a veterinária constatou que seus dentes estão péssimos: coroas quebradas, inflamação nas gengivas e deve estar causando bastante dor na pobre. A intervenção está agendada e será realizada dentro de alguns dias.

 


Seu amiguinho também pode salvar vidas

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Você tem um gatinho ou cãozinho de estimação? Sabia que ele pode ajudar a salvar a vida de outros gatinhos e cãezinhos?

Pouca gente sabe, mas os bichinhos de estimação também podem ser doadores de sangue. A transfusão de sangue pode ser necessária em cirurgias complicadas, casos de envenenamento, atropelamentos, câncer ou doença do carrapato. Para estes casos, existe um banco de sangue que, por falta de informação, vive com estoque muito baixo. Para um animal que precisa de sangue, a falta de estoque pode ser fatal.

Por isso, se você ama seu bichinho, pense nas vidas que ele pode salvar doando um pouquinho de sangue! Para ser doador, são feitos exames preliminares para constatar a saúde do animal e garantir que não há riscos nem para o doador, nem para o receptor.

No caso dos cães, é necessário ter mais de 25 quilos, idade entre um a oito anos, estarem vacinados, vermifugados, nunca terem tido a doença do carrapato, serem dóceis e estarem clinicamente bem.

No caso dos gatos, é preciso pesar mais de quatro quilos, possuirem entre um e dez anos, estarem vacinados, vermifugados e serem negativos para aids felina e leucemia.

As doações podem ser feitas no Hemovet (11 6918-8050), USP (11 3091-7944) ou na Universidade Anhembi Morumbi (11 6090-4693).


Marie, mais um caso de superação

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No sábado, dia 2 de junho, já estava tudo programado: Pirata, um gatinho caolho do parque, seria levado ao vet pois seu único olhinho parecia estar ruim. Pirata deu um baile e não se deixou capturar de jeito nenhum. Em contrapartida, recebemos o aviso de uma gatinha que havia aparecido há 40 minutos, miando muito e seguindo as pessoas.

Quando a encontramos, deu dó de ver.. a pobrezinha estava pele e osso! De tão magrinha, dava pra contar todos os ossinhos… Devorou a ração ali mesmo e foi levada no colo, quietinha, até o carro. Levada às pressas ao veterinário, foi diagnosticada com desnutrição grave, desidratação, icterícia e piolhos. Comeu A/D sem parar, e foi levada para a casa de uma outra voluntária para se recuperar.

Marie (como foi chamada pela filha de um voluntário que se inspirou no desenho Aristogatas) parecia ser um caso simples, mas o problema era maior do que parecia. Ela se recusava a comer sozinha e, após investigação, foi constatada lipidose hepática, possivelmente causada por privação de comida. Para quem não conhece esta doença, trata-se de excesso de gordura no fígado, causada quando o animal fica muito tempo sem comer. É um quadro difícil de reverter e, por isso, muito grave.

Foram dias e mais dias de muita dedicação e carinho, tentando fazê-la retomar o gosto pela comida, com os sachês mais saborosos e comidinhas ultra apetitosas, dando na boca com o maior cuidado para não causar aversão, o que poderia piorar o caso…. Eis que um belo dia, Marie comeu sozinha, bebeu água sozinha e fez uma sessão de carinho e fofurice de mais de uma hora, com direito a escalada de perna e muito colo! E desde então, a pequena só melhora, dia após dia 🙂

Marie é uma das gatinhas mais lindas e carinhosas que já vimos. Apesar de tudo pelo que passou, ela não perdeu a meiguice, o dengo, a pose… Basta você chegar perto que ela se aninha no seu colo, por horas, ronronando sem parar. Ela sabe pedir e retribuir carinho como ninguém mais. E se você resolve sair, ela faz dengo, mia, te chama. É a coisa mais irresistível deste mundo… E tem recompensa melhor do que esta?

Suas despesas até agora somam R$ 675,00 (R$ 340,00 de exames e outros R$ 335,00 de remédios). Portanto, se você puder contribuir na recuperação desta fofura, ficamos super agradecidos!

Marie está na reta final de sua recuperação e logo estará disponível para adoção.

Dados para contribuir:

Bco Itaú, agência 3170, conta-corrente 03203-5 – Renata Lopes Del Nero

Por favor enviem um e-mail para renatadelnero@gmail.com confirmando sua transferência para que possamos identificá-la.


Belinha: meses de espera…

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Atualização: Belinha foi adotada dia 14/07 e logo deve mandar notícias

Em meados de maio um resgate inesquecível marcou nosso cotidiano: retiramos uma gatinha linda de uma laje sem saída – uma história que emocionou a todos nós. Foi assim que Belinha chegou ao Bicho no Parque e ganhou uma segunda chance de ser feliz, ter uma casinha, cama quentinha e uma família bem bacana.

Recuperada do estado frágil em que chegou, Belinha se mostrou uma gatinha dos sonhos! Além de ter uma pelagem maravilhosa, cinza e branca, ela é toda delicada, mignonzinha, carinhosa… um anjinho mesmo! E como se não bastasse tudo isso, é uma filhotona brincalhona e feliz. A missão de encontrar uma família para ela parecia tarefa simples. Afinal, quem resistiria a uma gatinha tão encantadora?

Só que passados quase 3 meses, Belinha ainda espera sua tão sonhada família…. 😦

Belinha já teve 2 adotantes interessados que acabaram desistindo de adotá-la. Passou vários sábados na feirinha, numa gaiolinha, vendo uma porção de gente entrar e acabar adotando filhotinhos, com os quais ela, já maiorzinha, não pode competir. E ela ali, quietinha, esperando a adoção que não chega….

Durante este tempo todo, a gente se pergunta porquê ninguém dá uma chance pra uma gatinha linda, saudável, comportadinha, feliz, carinhosa e tantos outros adjetivos… Ela não merece, só porque não é mais uma bebezinha, não ganhar sua família de conto de fada, vocês não acham? Então, viemos aqui fazer um pedido a todos vocês: que tal nos ajudarem a encontrar um lar pra Belinha? Se vocês não podem adotá-la, que tal compartilharem e nos ajudarem a divulgar?

Belinha está em São Paulo. Para adotá-la, escreva para aline@forsthofer.com.br


Abandono de animais em parques

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Como a maioria de vocês já sabe, o Bicho no Parque é um projeto de voluntariado que atua na proteção de gatos vivendo em uma área pública de São Paulo. Hoje já são cerca de 140 animais que dependem da atuação do projeto. A grande maioria destes animais, porém, não nasceu ali – ao contrário, tinham um lar, mas foram abandonados.

Ainda é comum as pessoas acreditarem que os animais vivem bem na natureza, em liberdade, em áreas verdes, onde vão se virar bem ter a melhor vida possível. A realidade que poucos conhecem, no entanto, é bem diferente….

Cães a gatos são animais domésticos que PRECISAM dos cuidados humanos. Eles não conseguem se virar sozinhos, não sabem se alimentar sozinhos, se defender sozinhos de outros animais ou da crueldade das pessoas, e são expostos à doenças para as quais não possuem resistência.

No local em que atuamos, os gatos precisam competir com gambás silvestres por comida e espaço, e acabam levando a pior. Em consequência, não é raro encontrarmos gatos machucados por brigas com gambás. Ou, pior, vítimas de malvadezas. Outro dia, uma voluntária, durante sua ronda, se deparou com pessoas que estavam com tudo preparado para pegar um gato preto, certamente com as piores intensões possíveis.

Os parques também não oferecem aos animais locais adequados para que se abriguem do frio ou da chuva. Durante o inverno, sempre há casos que adoecem e precisam ser resgatados para cuidados especiais, e alguns podem não sobreviver. Um animal com uma infecção no olho pode acabar perdendo a visão se não receber os cuidados a tempo, o que é muito prejudicial para a vida em lberdade.

Outro problema que muitos desconhecem é que, quando uma espécie é introduzida em um ambiente que não é o seu, pode-se desequilibrar de maneira sensível o ecossistema. No caso dos gatos em parques, se nada for feito acaba se reproduzindo rapidamente e o crescimento populacional afeta outras espécies naturais dali.

Cães e gatos NÃO devem ser abandonados e é falsa a idéia de que eles serão felizes em parques, só porque estarão em liberdade. Eles sofrem com o abandono e podem adoecer e morrer. Quando encontramos um gato abandonado, via de regra ele está assustado, estressado, sem saber o que fazer, completamente perdido, e é de partir o coração vivenciar esta situação. Ainda que possam se adaptar, nunca viverão tão bem quanto abrigados, na companhia de humanos, e tratados com amor.

Abandonar um animal de estimação é SEMPRE um ato de crueldade.  Jamais abandone um animal e, caso testemunhe um abandono, denuncie!

Para ajudar a esclarecer o assunto, disponibilizamos uma cartilha sobre o abandono de animais. E faça a sua parte: seja responsável com seus bichos de estimação!


Belinha e Marie buscam um lar

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Atualização: Belinha foi adotada no dia 14/07. Marie teve algumas complicações mas já está quase 100% e em breve estará disponível para adoção.

Belinha tem por volta de 1 ano e meio, é branca e cinza. Marie tem a mesma idade e é uma rara tricolor. Belinha e Marie têm muito em comum além da idade: as duas são super amorosas, ronronentas, dóceis, e possuem uma linda pelagem. Apesar disso, ambas foram abandonadas e estiveram entre a vida e a morte antes de serem resgatadas pelo Bicho no Parque. E agora, precisamos encontrar um lar para cada uma delas. Tanto uma como a outra já estão castradas.

Se elas fossem filhotinhas, seriam facilmente adotadas! Mas elas já são crescidinhas e por isso micam nas feirinhas de adoção – apesar de lindas, não podem competir com filhotinhos fofos. Então a gente resolveu fazer uma grande campanha pela adoção delas, pra ver se alguém se encanta e abre seu coração. Acreditem, elas têm tudo que um filhote tem, menos o tamanho!

Apesar de adultas, as duas são filhotonas e por isso, continuam brincalhonas e curiosas… Aliás, isso é uma coisa que gatos não perdem mesmo velhinhos! São tranquilas, quietinhas e adoram a companhia dos humanos. Então, se você quer uma gatinha pra ficar no seu colo enquanto você assiste TV, achou!

E se você ainda não se convenceu que adotar um gato adulto é tudo de bom, veja algumas vantagens que os adultos têm frente aos filhotes: eles são mais calmos e não precisam gastar tanta energia, já tomaram todas as vacinas e só precisam renová-las 1x no ano, são mais independentes e “comportados” pois já fizeram todas as artes possíveis quando eram filhotes. E por aí vai….

Vocês sabem, o Bicho no Parque não possui abrigo e o foco do projeto não é a adoção de gatos, sobretudo de gatos adultos. Trabalhamos para cuidar de gatos abandonados no local onde eles foram deixados. Não temos condições de fazer mais do que isso. Mas estas gatinhas são muito, mas muito dóceis e ronronentas, e por isso estamos fazendo um esforço excepcional por elas.

Por favor, nos ajudem com estas fofuras. Temos pouco tempo para encontrar um lar para elas. Divulguem entre os seus contatos e nos ajudem a encontrar famílias para as belezuras.

Interessados, escrever para samanthafederici@gmail.com