Cães sem coleira: uma ameaça aos animais e às pessoas

Teco é levado para atendimento veterinário

Já avisamos as autoridades locais, mas o incidente continua acontecendo. Temos presenciado cães soltos sem coleira na área de atuação do nosso projeto. No último mês, por exemplo, a própria voluntária Aline Forsthofer correu risco ao defender a gata Rajinha de um ataque de pitbul que estava sem coleira. Num exemplo de conduta irresponsável, o dono andava calmamente de bicicleta sem se preocupar com os riscos do cachorro atacar animais e pessoas.

Diversos gatos apareceram com a pata ferida, a exemplo do gatinho que as meninas apelidaram de “Teco” (e eu apelidei de “Olívio” por parecer com minha gata Olívia). Depois de um resgate difícil pelo fato de ele ser arisco, o Teco passou por três veterinários que indicaram, infelizmente, a amputação da patinha devido ao comprometimento geral. A voluntária Renata Del Nero o levou para sua casa, cuidando dele com muita atenção e carinho. Enquanto isso, já tinha até conseguido adoção, pois meu pai havia ficado sensibilizado com a questão da dificuldade de locomoção no pós-cirúrgico.

No entanto, o coraçãozinho dele parou de bater depois da cirurgia. Ele partiu ainda anestesiado… Foi muito triste para nós…

…Mas preferimos acreditar que o Teco se tornou um “anjo-gato-da-guarda”

Fica aqui o registro do nosso carinho super especial pelo Teco que – mesmo em seu momento de dor – foi tão querido e cativante. Que ele esteja no paraíso junto a todas as divindades da Criação… Onde quer que seu espírito esteja, receba todo nosso amor, fofucho…


Que tal ajudar com ração?

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Se você ama os animais, mas não encontrou tempo para ajudá-los mais de perto, lembre-se que doar ração é um ato que nos ajuda muito! Pra você ter ideia, alimentar a turma toda requer cerca de 300 quilos de ração Royal Canin por mês! Os gatos são alimentados diariamente, de manhã e à noite. Dá uma olhadinha nos cliques que fiz outro dia!

Clique para ampliar a imagem desejada:


Bem-vindo ao novo blog do Bicho no Parque

Eu e minha fofucha Olívia

Sou frequentadora do parque onde o Bicho no Parque atua e, desde que conheci o projeto há um ano, fiquei apaixonada pela proposta. No início, em função do trabalho e viagens, só conseguia contribuir com doações mensais e me sentia angustiada por não poder fazer mais pelos bichos.

Minha ideia era me engajar em algum momento deste ano, mas a vida antecipou meus planos, pois o projeto precisava de reforço de voluntários no período de festas. Depois de fazer treinamentos, estreei no projeto no dia 28 de dezembro de 2010. No dia 31, inclusive, eu e a Renata Del Nero nos dividimos para garantir a “ceia de ano novo” dos gatinhos.

Logo no primeiro dia percebi que a gente doa parte do nosso tempo para cuidar dos animais e, em troca, sai nutrida de energia. É uma recompensa divina – só vivendo isso para entender. Além disso, aquela angústia passou, quando me envolvi de corpo e alma em prol dos bichos que tanto amo.

Além de ajudar a cuidar dos animais, me ofereci para criar e cuidar do novo blog e coordenar a parte de mídias sociais, já que trabalho com isso e amo essa praia. Assim, a partir de agora, você vai acompanhar meus relatos como voluntária deste lindo projeto e vai conhecer todas as pessoas maravilhosas que participam desta iniciativa há anos. Tenho certeza que o amor que sentimos por cada um desses peludos vai sensibilizar e contagiá-lo também!

Enfim, seja muito bem-vindo! Com união e esperança, vamos dar nosso exemplo de que dá, sim, para tornar o mundo um lugar melhor e que existem inúmeras formas de fazer parte dessa corrente do bem em defesa dos animais! Vamos unir as mãos?


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