Aos amigos parceiros, obrigado por permitirem um ronronar feliz!
Publicado; 6 de setembro de 2013 Arquivado em: Agradecimentos, Reflexões, Voluntariado Deixe um comentárioPor Renata Del Nero
O Bicho no Parque deseja que cada um que nos tem ajudado saiba que contribuiu para o ronronar de um gatinho feliz, saudável e bem alimentado! O trabalho do Bicho no Parque é muito prazeroso e gratificante, porém toma tempo, exige força emocional e até mesmo física, sem contar o dinheiro gasto para alimentar e tratar adequadamente os cerca de 140 gatos assistidos pelo projeto. A cada dia sentimo-nos um pouco mais amparados, seja por ter entrado um voluntário novo, seja por termos fechado uma parceria com alguém. Sem essas pessoas e essas parcerias que contribuem com seu serviço, seu conhecimento e suas doações, não conseguiríamos desenvolver o trabalho que vem sendo feito.
Dessa maneira, deixamos nosso agradecimento especial a todos os voluntários (muitas vezes verdadeiros herois), todas as pessoas que contribuem com doações, Dra. Liliana Camargo, Dr. Cleber Augusto de Barros, Lar Dog’s / Covet, Focinhos, Farmina, Rosângela Oliveira, CCZ de São Paulo e Bayer.
Posse responsável de cães
Publicado; 29 de outubro de 2012 Arquivado em: Reflexões Deixe um comentárioTemos observado que o número de pessoas que passeiam com cães sem coleira vem crescendo nos parques da cidade, como se os parques fossem locais apropriados para exercitar seu amigo em liberdade.
Pouca gente sabe, mas existe uma lei no estado de São Paulo que estabelece regras de segurança para posse e condução responsável de cães (Lei 11531/03). Segundo esta lei, cães ficam proibidos de andar soltos em áreas públicas, sendo que raças consideradas “perigosas” devem estar com guia de condução curta, focinheira e enforcador. Ou seja, os parques NÃO são locais para deixar seu cãozinho solto, por uma questão de segurança dos outros usuários destes locais. E a infração é punida com multa.
Além dos outros usuários, em muitos parques da cidade vivem animais silvestres, como aves e roedores, e animais abandonados, como gatos. Não raro cães soltos atacam estes animais. Recentemente encontramos um gato morto no parque onde atuamos, após ter sido ferozmente atacado por um cão. Outro caso recente de cães soltos no parque colocou em risco as pessoas que trabalham ali. E a culpa nunca é do cão, mas da irresponsabilidade do seu dono.
Por isso, se você possui um bicho de estimação, seja responsável na hora dos passeios: conduza-o sempre com coleira e guia. Se você presenciar um dono irresponsável passeando com seu cão sem guia, chame um segurança e exija providências.
Moacir Heberle: o pai do Bicho no Parque
Publicado; 12 de agosto de 2012 Arquivado em: Agradecimentos, Reflexões, Voluntariado 2 ComentáriosNeste Dia dos Pais, queremos homenagear o “pai do Bicho no Parque”, um ser humano maravilhoso e iluminado que amava os gatos do parque. Após um período de enfermidade, ele infelizmente partiu do mundo físico, mas deixou seu exemplo de amor incondicional aos animais. A seguir, confira a mensagem que a voluntária Renata Del Nero escreveu em homenagem ao nosso amigo que agora brilha na eternidade. Nunca tivemos tantas adoções como nos últimos tempos. Coincidência ou não, acredito que ele – com seu brilho celestial – tornou-se mais um anjo protetor do nosso projeto.
“Como fazer uma homenagem alegre a alguém que partiu, se estou com o coração em pedaços? Difícil. Porém se tomarmos como exemplo o próprio homenageado pode ser mais fácil!
Moacir, piadista nato, sempre, sempre de bom humor; sempre, sempre alegre, de alto astral, enxergando o copo mais cheio do que vazio, fazendo amigos em todo lugar e a todo momento, sempre disposto a ajudar, uma das melhores pessoas que conheci.
E tudo o que ele fez pelos gatinhos do Bicho no Parque? Não dá para relatar… Foi tanto amor, tanta dedicação, tanto trabalho, tanto dinheiro… Mas como era retribuído! Como aqueles bichinhos o amavam! Lembro-me da primeira vez que vi Moacir cuidando dos gatos. Pensava, “não é possível, como esse homem faz isso?”.
Todos os gatos o seguiam, faziam festa para ele. Fiquei tão fascinada com tudo aquilo, tentei imitá-lo, mas sem resultado… Não era o som que ele emitia para chamar os gatinhos, não era a ração… era ele!
Era o cara! Era o queridão de todo mundo; bicho ou gente, todos o amavam!
Ele foi uma grande inspiração para todos nós, voluntários do Bicho no Parque!
Moacir, meu querido amigo, você deixou saudades, estamos com o coração doendo, mas você nos ensinou tanta coisa, tanta coisa… nos deu tantos exemplos de como ser feliz simplesmente por ser feliz, de encarar a vida de uma maneira mais leve, de amor ao próximo, de amor a nossos queridos gatinhos…
Fique com Deus e com todos os muitos gatinhos que certamente foram te receber com todas as honras.”



