Herói

Mauricio merece nosso aplauso por seu gesto de amor aos animais. Na foto, ele posa com Madalena.

Por Renata Del Nero

Maurício, um funcionário do parque onde o BNP atua, foi responsável por um ato de muita coragem e altruísmo. Um dos gatinhos, o Petisco, por uma árvore teve acesso a um telhado (uma altura aproximada de oito metros). O problema foi que desse telhado era impossível retornar à árvore e descer.

Petisco, esperto que é, ao ver uma voluntária aproximando-se, miou até ela identificar onde ele estava preso (havia alguns dias, depois soubemos).

Pedimos ajuda e nosso herói Maurício, com muita boa vontade, conseguiu uma escada alta o suficiente e ofereceu-se a subir e resgatar Petisco. Ele subiu, foi conquistando a confiança do gatinho e com uma habilidade incrível o pegou com uma mão e se segurou na escada com a outra.

Incrivelmente, ele resgatou o bichinho com muita segurança. Ambos saíram sem nenhum arranhão.

Muito obrigada!

Depois de ficar preso a 8 metros do solo, Petisco passeia calmamente.

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Mamãe preta e seus filhotes buscam um lar

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Por Samantha Federici Florence

Atualização: todos os 3 filhotes foram adotados 

Ontem foi um dia difícil. Fomos avisados de mais um caso de abandono, desta vez uma mamãe preta com seus três bebês. O que mais nos comoveu foi notar que um dos bebês rajado e branco não possui uma das patinhas da frente, provavelmente nasceu com esta deficiência. Não por acaso ganhou o nome de Capitão Gancho.

Se mesmo gatos dóceis ou bebês normais são indefesos nas ruas, imaginem um filhotinho sem uma patinha! Mas a pessoa que abandonou esta família ignorou sumariamente tudo isso. 😦

Nestas horas, o que ameniza o coração duplamente apertado é ver mamãe preta cuidar de seus filhotes, a família brincando feliz e, principalmente, a alegria de Capitão Gancho, que mesmo tripezinho brinca com seus irmãos sem se dar conta de sua limitação. 🙂

Estas fofurices estão em um lar temporário, mas precisamos urgentemente achar um lar definitivo para todos, inclusive para mamãe preta. Todos são dóceis, saudáveis e muito brincalhões. Serão entregues castrados e com a 1ª dose da vacina quádrupla.
Que tal adotar um deles, ou mesmo uma duplinha de uma vez?

Escreva pra gente ou ligue no cel (11) 9514 5475 – Samantha.

Por favor, nos ajudem divulgando entre amigos e compartilhando em suas redes. Devido à quantidade de abandonos recentes, estamos precisando muito de doações em dinheiro – qualquer quantia é muito bem-vinda. Escreva para a gente!

>> Clique na miniatura para ampliar a foto:


Primeiro vídeo filmado por gatos

Já viu esse vídeo? Vale a pena! É muito lindinho. Foi todo montado com cenas captadas pelos próprios felinos!


Uma imagem que sensibilizou o mundo

No dia de São Francisco de Assis, na Itália, Padre Tomaz faz um gesto simbólico que comoveu o mundo.

“Cada animalzinho que passa em nossa vida, deixa um pouco do seu amor e leva consigo o nosso carinho. Esta é uma relação que transcende a vida terrena e perdura por toda a nossa existência.  Felizes daqueles que carregam consigo o olhar de gratidão de um cãozinho feliz, recolhido do abandono das ruas, pois este amor é infinito e gratificante, e nos ensina a ser alguém melhor, um ser-humano de verdade.”


Voluntariado: Mayena Buckup relata experiência no Bicho no Parque

Além de alimentar 130 gatos duas vezes por semana, Mayena Buckup tem atuado para evitar a superpopulação felina e o problema do abandono.

Por Mayena Buckup

“Desde maio deste ano, sou uma das alimentadoras dos gatinhos do parque em duas manhãs na semana.  Assumi também o acompanhamento na captura dos animais que ainda têm que ser castrados – atualmente são por volta de 20. Parece bastante, mas perto dos mais de 130 que lá moram, estamos no caminho!

Funciona assim: no dia anterior, os gatinhos devem receber menos alimentação (eu mesma me empenho nessa tarefa para ter certeza de que de fato ganham pouca comida), assim na hora da captura fica mais fácil, pois, com fome, entram nas armadilhas com mais facilidade.

Ah! É o Centro de Controle de Zoonoses o responsável por este assunto. Estamos nos encontrando todas as quartas-feiras de manhã e saímos em busca dos gatinhos que ainda não foram castrados. A minha função é atraí-los, pois me conhecem e confiam em mim e, de verdade, me sinto uma traidora, mas sei que é para o bem deles. Na sexta-feira seguinte, eles são devolvidos ao Parque no mesmo local onde vivem. Eu saio do Parque às quartas-feiras com aquele maravilhoso sentimento de dever cumprido.

Dependendo do seu perfil, alguns deles ficam no CCZ para serem encaminhados para adoção. Eu sempre tive uma péssima impressão do CCZ, com aquela coisa de eutanásia, superpopulação nos gatis e canis, maus tratos, etc. Bom, achei que não adiantava nada ficar só na impressão e decidi ir lá pessoalmente, de surpresa.

Fui super bem recebida, fiz um tour por todas as instalações, inclusive gatil e canil (bem espaçosos, por sinal) e até estábulos – tinha uma égua com potrinho bem novinho. Saí de lá com uma excelente impressão e de alma mais leve.  Recomendo a todos que têm esta impressão pesada de como o CCZ era antes que façam uma visita. É surpreendente e inesperado o que nos aguarda na Rua Santa Eulália, 86 (Santana).

O Bicho no Parque tem uma parceira, a Cris Frate, protetora independente que recolhe, acolhe e medica bebês gatos abandonados. Eles só ganham ração super premium e são pra lá de paparicados e mimados. Depois que eles se recuperam, são encaminhados para adoção, através da imensa lista de contatos da Cris.

Também estou bastante envolvida com o trabalho da Cris e tento ajudar no que me é possível. Passar umas horas com esses gatinhos é muito melhor do que qualquer terapia e eles ficam muito felizes e agradecidos pelo carinho e atenção recebidos.

Visite o blog da Cris e fique babando pelas coisas lindas que lá estão http://adoteummiau.blogspot.com.”

"Passar umas horas com esses gatinhos é muito melhor do que qualquer terapia", conclui Mayena.


Seja voluntário do Bicho no Parque

O Bicho no Parque trabalha com gatos ferais, ou seja, com os animais que vivem soltos na natureza.

Recebemos contatos via blog de várias pessoas interessadas em fazer trabalho voluntário com os gatos do nosso projeto. Foi através do blog que duas voluntárias – a Mayena e a Beatriz – passaram a fazer parte do nosso time! Cada pessoa que se une soma muito ao grupo!

Trabalho voluntariado exige responsabilidade com o compromisso assumido, mas o melhor de tudo é dar e receber muito amor dos fofuchos que cuidamos. Isso transforma nossa energia no dia a dia: ao entrarmos no mundo do animal, nossas preocupações pessoais ficam em segundo plano e, ao final da tarefa, saímos sempre de alma lavada.

Nossa mais recente voluntária, a Mayena, chegou com tudo no projeto e tem atuado na alimentação, castração dos animais, relacionamento do Bicho no Parque com o CCZ, bazar e muito mais.  Inspire-se com o depoimento dela a seguir! Quem sabe um dia você também não vai fazer parte da nossa turma? 🙂

“Nunca imaginei que seria algo tão gratificante”, diz Mayena

“Quando decidi  me engajar no Projeto Bicho no Parque, eu nunca imaginei que seria algo tão gratificante. Se a energia do parque já é especial, juntando com a dos gatinhos então… Nas manhãs de tempo ensolarado então…

Nas primeiras vezes que fui junto com outras voluntárias, eles estranharam um pouco e ficaram meio ressabiados, mas isso logo, logo passou e agora eles já me reconhecem de longe.

Hoje, vê-los chegar correndo até mim com os rabinhos levantados é um dos presentes que recebo toda vez que vou ao parque. Fico emocionada sempre que é o meu turno de alimentá-los. Mesmo aqueles mais ariscos querem um carinho e me sinto vitoriosa, quando consigo passar a mão, mesmo que de leve, em um desses. Talvez o fato de eu ser apaixonada por gatos tenha alguma influência, mas sinto que me faz muito bem saber que estou fazendo o BEM. Recomendo a todas as pessoas que gostem de animais.”

Mayena Buckup

>> Saiba Mais

Leia a seção “Quero ajudar“.


Gatinhos para Adoção: pretinhos lindos

Essa fofura e seu irmãozinho aguardam adoção. Ajude-nos a divulgar!

Gatinhos pretos são lindas panterinhas!

Que carinha de nenê inocente!

Inclusão Animal: Gato Preto

Muito se fala sobre inclusão social, combate ao preconceito e valorização da diversidade. Pois está na hora da sociedade aplicar esses mesmos conceitos para a realidade animal. Por ignorância do ser humano, muitos gatos pretos são abandonados, outros são vítimas de maus tratos ou têm mais dificuldade para serem adotados. Isso precisa acabar de uma vez por todas! Para aqueles que ainda ousam dizer que “gato preto dá azar”, ajude-nos a reforçar o coro:

– O que dá azar é ter preconceito e ser ignorante!

Adotar um animal que precisa de amor e cuidados é um ato de generosidade que atrai energias positivas em sua vida. Vamos ajudar os pretinhos – eles são lindos seres da natureza e precisam muito de adoção e carinho.