Gatinhos para Adoção: pretinhos lindos

Essa fofura e seu irmãozinho aguardam adoção. Ajude-nos a divulgar!

Gatinhos pretos são lindas panterinhas!

Que carinha de nenê inocente!

Inclusão Animal: Gato Preto

Muito se fala sobre inclusão social, combate ao preconceito e valorização da diversidade. Pois está na hora da sociedade aplicar esses mesmos conceitos para a realidade animal. Por ignorância do ser humano, muitos gatos pretos são abandonados, outros são vítimas de maus tratos ou têm mais dificuldade para serem adotados. Isso precisa acabar de uma vez por todas! Para aqueles que ainda ousam dizer que “gato preto dá azar”, ajude-nos a reforçar o coro:

– O que dá azar é ter preconceito e ser ignorante!

Adotar um animal que precisa de amor e cuidados é um ato de generosidade que atrai energias positivas em sua vida. Vamos ajudar os pretinhos – eles são lindos seres da natureza e precisam muito de adoção e carinho.


Denúncia contra ciclista com pitbull solto no parque

Quem trabalha em projeto de defesa animal se depara cada hora com uma situação diferente. No último mês, um ciclista que teimava andar com seu pit bull solto no parque foi parar na delegacia. Depois do rapaz ameçar os gatos, agredir uma voluntária do nosso projeto e funcionários do parque, a Guarda Civil Metropolitana foi acionada e ele foi levado à delegacia onde foi registrado Boletim de Ocorrência contra ele.

Estamos de olho em defesa dos animais… Chega de impunidade! Chega de posse irresponsável!


Artigo: Encontrei um animal abandonado. E agora?

Este texto estava publicado no antigo site do Bicho no Parque. Como alguns internautas nos procuram com essa dúvida, republicamos o conteúdo para orientá-los. Vale destacar que não temos como resgatar um bichinho que você encontrou, pois já temos dezenas e dezenas de gatos sob nossos cuidados que precisam muito de nossa ajuda. Apesar disso, podemos indicar o caminho das pedras para que você administre a situação da melhor forma.

Outra coisa: entre em contato com o site ANDAnews (Agência de Notícias de Direito Animal) para divulgar o animal que você encontrou. Sou fã número 1 do maravilhoso trabalho jornalístico que eles desenvolvem em prol dos animais abandonados:

E por fim: divulgue em suas mídias sociais (Twitter, Facebook) e para sua lista de email. Assim, a causa ganha visibilidade!

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Minha família resgatou essa fofura com seus dois irmãozinhos de uma caixa de papelão "jogada no lixo" (...) e encaminhamos para adoção.

Você encontrou um cachorrinho abandonado, uma ninhada de gatinhos, resgatou um animal atropelado… E agora, o que fazer com ele? (…) Muita gente pensa que está fazendo uma ótima ação tirando o animal da rua e encaminhando-o para um protetor independente, uma ONG ou um abrigo. Não é bem assim.

Todos estes estão sempre no limite de sua capacidade física, financeira e de tempo, lutando para sobreviver e manter os muitos animais que já cuidam. Abrigos, inclusive, são um capítulo à parte: entregar um bichinho para um desses lugares é condená-lo a uma vida de privações, falta de espaço e de chances quase nulas de encontrar um dono e uma casa.

Assim, se você quer realmente ajudar, não empurre o problema adiante, resolva-o. A responsabilidade pelo animal que resgatou é sua. Mas aqui vão algumas dicas para te ajudar nesta empreitada tão gratificante!

Esse é o Popeye, irmãozinho da gatinha branca (foto acima) que eu adotei há um ano para fazer companhia para minha gata Olívia.

Resgatei o animal. O que faço agora?

  • Leve o animal imediatamente a um veterinário, mesmo que ele pareça saudável. Se você tiver outros animais em casa, isto é ainda mais importante. Afinal, ele pode estar com doenças incubadas com problemas que só o veterinário pode detectar.
  • Vermifugue-o, mesmo que pareça estar tudo bem;
  • Se ele estiver em boas condições de saúde, o passo seguinte, alguns dias após a vermifugação, é castrar e vacinar. NÃO SE DOA ANIMAIS NÃO CASTRADOS, nem mesmo para pessoas conhecidas. O grande número de animais abandonados se deve justamente à falta de um controle populacional e ao desconhecimento do que é posse responsável. Para ter uma idéia, uma cadela não castrada pode gerar, em seis anos, 64.000 descendentes e uma gata, em sete anos, 420.000. É uma progressão geométrica absurda e, naturalmente, não há lares para tantos animais.
  • Não esqueça que do momento do resgate à entrega para seus novos donos, o animal estará sob sua responsabilidade. Isto inclui fornecer a alimentação e lar transitório, além de bancar os custos veterinários e outros. No caso de ser impossível manter o animal em sua própria casa – o que sai naturalmente mais barato -, uma opção é deixá-lo em um hotelzinho ou clínica veterinária até a adoção.

Ele está ótimo, pronto para ser adotado. O que eu faço agora?

  • Fotografe o animal – para adiantar, isso pode ser feito no momento do resgate, até mesmo para mostrar como o animal era e como ficou. Faça um cartaz e anuncie-o em pet shops, clínicas veterinárias e outros locais à sua escolha;
  • Divulgue para seus familiares, amigos, conhecidos;
  • Crie um anúncio para veicular na internet. Existem sites próprios para isso;
  • Leve-o a feiras de adoção. No caso de cachorros, as feiras são o caminho mais indicado, ao passo que a internet funciona muito bem com gatos. Lembre-se que as feiras só aceitam os animais se estiverem castrados e vacinados.

Essa é minha Olívia fofa, uma gatinha magrela que vivia abandonada na rua há 10 anos.

Como eu escolho o novo dono do animal?

O processo de adoção requer alguns cuidados. Você deve entrevistar o candidato à adoção, para ver se ele não está agindo por impulso, se já foi e será um bom dono e se cuidará bem do animal até o fim da vida deste. Algumas perguntas básicas:

  • Nome, endereço, telefones, comprovante de residência.
  • Todos na família estão de acordo com a adoção?
  • Mora em uma casa segura, da qual o animal não possa escapar? No caso de gatos, essa questão é ainda mais importante. Se for um apartamento, é preferível que ele tenha redes de proteção nas janelas, para o animal não cair.
  • Tem noção dos custos da manutenção de um animal?
  • Já teve ou tem animais? O que aconteceu com eles?
  • Quantas horas por dia o animal ficará sozinho? E quem tomará conta dele se a família viajar?
  • Um animal vive ao redor de 12 anos. Está preparado para esse compromisso?

Finalizando a adoção

  • O adotante deve assinar um termo de responsabilidade, que serve como uma garantia de que cuidará bem do animal até o fim da vida deste;
  • Esteja disponível para qualquer eventualidade que aconteça com o bichinho e a pessoa que o adotou, inclusive para o caso de devolução. Isso também pode acontecer, principalmente se não for feita uma boa ‘triagem’ ou análise prévia do adotante.

Parabéns!

Agindo desta forma, você estará fazendo a sua parte de forma equilibrada e responsável. E parabéns pela coragem de tomar essa iniciativa!

Animais de rua: quem não faz parte da solução, é parte do problema.


Acolhimento X Abandono de animais: uma questão de conscientização

Cãozinho idoso e quase cego é vítima de abandono. Como o ser humano consegue ser tão cruel?

O abandono de animais é uma atitude desumana, cruel e estúpida. O acolhimento, ao contrário, é um gesto de amor, respeito e cidadania. Por mais que as ONGs e protetoras independentes se empenhem em cuidar dos bichos, o cenário só vai melhorar com iniciativas de conscientização da sociedade  –  é na mentalidade das pessoas que a transformação mais importante tem que ocorrer, caso contrário milhares de animais vão continuar sendo despejados nas ruas como lixo.

Semana passada, a Guarda Civil Municipal (GCM) me chamou dizendo que tinham encontrado esse cãozinho abandonado. Idoso, quase cego e com ferimentos na pata, ele foi encontrado amarrado em uma árvore… Como alguém tem coragem de abandonar um animal indefeso, ainda mais nesse estado de saúde??? Como uma pessoa dessas consegue virar as costas e ir embora tranquila depois? Será que não percebe que a semente que planta hoje será sua colheita no amanhã?

Comandante Tada da GCM se sensibilizou com o abandono e pediu ajuda para que o animal fosse adotado.

Graças a Deus, no dia seguinte, liguei na GCM e fui informada que uma frequentadora do parque havia resgatado o cãozinho que foi levado direto para o veterinário. Que depois de todo o sofrimento vivido, ele receba muito amor, carinho e cuidados.

Engajamento em iniciativas em prol dos animais, conscientização, sensibilização, posse responsável, campanhas de castração e adoção, enfim, há muito trabalho pela frente… Nessa luta, a união faz a força e contamos com o apoio de todos os que amam os animais. É muito triste todos os dias nos depararmos com o abandono de cães e gatos. Essa triste realidade precisa mudar de uma vez por todas. Não vamos ficar de braços cruzados…


Novos filhotes para adoção

Ooohhhhmmm: inocência em dose tripla!

Em suas caminhadas, a voluntária gateira Iara encontrou esses três anjos inocentes sozinhos no mundo. Os bebês estão em lar transitório e poderão ser adotados em breve. Vamos ajudar os fofuchos a encontrarem sua família.

Responsabilidade Animal

Aproveitando o post, fica o recado: vamos fazer uma campanha de conscientização sobre “responsabilidade animal”… A humanidade não pode continuar despejando bichos indefesos nas ruas, tratando-os como lixo. Chega!

Pra fechar, deixo a reflexão…

Abandono X Acolhimento
A semente que você planta hoje será sua colheita no amanhã…


Cães sem coleira: uma ameaça aos animais e às pessoas

Teco é levado para atendimento veterinário

Já avisamos as autoridades locais, mas o incidente continua acontecendo. Temos presenciado cães soltos sem coleira na área de atuação do nosso projeto. No último mês, por exemplo, a própria voluntária Aline Forsthofer correu risco ao defender a gata Rajinha de um ataque de pitbul que estava sem coleira. Num exemplo de conduta irresponsável, o dono andava calmamente de bicicleta sem se preocupar com os riscos do cachorro atacar animais e pessoas.

Diversos gatos apareceram com a pata ferida, a exemplo do gatinho que as meninas apelidaram de “Teco” (e eu apelidei de “Olívio” por parecer com minha gata Olívia). Depois de um resgate difícil pelo fato de ele ser arisco, o Teco passou por três veterinários que indicaram, infelizmente, a amputação da patinha devido ao comprometimento geral. A voluntária Renata Del Nero o levou para sua casa, cuidando dele com muita atenção e carinho. Enquanto isso, já tinha até conseguido adoção, pois meu pai havia ficado sensibilizado com a questão da dificuldade de locomoção no pós-cirúrgico.

No entanto, o coraçãozinho dele parou de bater depois da cirurgia. Ele partiu ainda anestesiado… Foi muito triste para nós…

…Mas preferimos acreditar que o Teco se tornou um “anjo-gato-da-guarda”

Fica aqui o registro do nosso carinho super especial pelo Teco que – mesmo em seu momento de dor – foi tão querido e cativante. Que ele esteja no paraíso junto a todas as divindades da Criação… Onde quer que seu espírito esteja, receba todo nosso amor, fofucho…